Rock 80 Festival promove edição CARNAROCK

27 janeiro 2026 |

 


A Praça do Lido, em Copacabana, será tomada pelo som das guitarras e pela atmosfera festiva do CARNAROCK, evento que acontece nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026, das 14h às 23h. Com proposta plural e ao ar livre, o festival reúne música, gastronomia, cervejas artesanais e atividades voltadas para toda a família, incluindo espaço kids e estrutura pet friendly. Programação completa no Instagram @rock80festival.


Ao longo dos dois dias, o público poderá acompanhar apresentações de sete bandas e um bloco, com repertórios que passeiam por clássicos do rock nacional e internacional, além de tributos a nomes consagrados do gênero. A programação musical começa sempre às 14h, com DJs, e segue até a noite, ocupando o coração de Copacabana com diferentes gerações do rock.


Além da música, o CARNAROCK aposta em uma experiência gastronômica diversificada. O evento contará com mais de 60 rótulos de cervejas artesanais, festival de churrasco no estilo American BBQ, com destaque para costela defumada, além de hambúrgueres artesanais. Uma feira de moda e artesanato completa a programação, reforçando o caráter cultural e urbano do encontro.


Pensado como um programa democrático, o festival convida famílias, crianças e até animais de estimação a ocuparem o espaço público de forma criativa e segura, transformando a Praça do Lido em um ponto de encontro entre música, lazer e convivência.


A programação musical do CARNAROCK começa no sábado, dia 31, às 14h, com DJs aquecendo o público na Praça do Lido. Em seguida, às 14h30, sobe ao palco a banda Noato Oficial, com um repertório que atravessa diferentes fases do rock, passando por nomes como Queen, Tears for Fears, Bon Jovi, Red Hot Chili Peppers e Plebe Rude. Às 16h30, o clima ganha peso com a Road Dogs Rock Band, que aposta em clássicos do grunge e do rock alternativo dos anos 1990, com músicas de Pearl Jam, Nirvana, Foo Fighters, Audioslave e Creed.


No início da noite, às 18h30, a Banda Cão Viralata assume o palco com um set dedicado ao rock brasileiro e internacional, reunindo sucessos de Barão Vermelho, Charlie Brown Jr., RPM, Titãs e Bon Jovi. Encerrando o primeiro dia, às 20h30, o Bloco 8 e 80 promove uma fusão percussiva entre os hits dos anos 1980 e a energia do verão carioca, em uma apresentação que mistura rock, carnaval e performance coletiva.


No domingo, 1º de fevereiro, a programação também começa às 14h com DJs preparando o clima para o público que chega à praça. Às 14h30, a banda Máskaras de Vidro apresenta um tributo à cantora Pitty, revisitando sucessos que marcaram o rock nacional dos anos 2000. Às 16h30, Del Rei e os Belinas conduzem o público por um repertório que cruza o rock brasileiro e internacional, com canções de Legião Urbana, Nenhum de Nós, Billy Idol, A-ha e R.E.M.


A noite segue com tons mais densos às 18h30, quando a banda Doomship presta tributo ao Black Sabbath, referência fundamental do heavy metal. O encerramento do festival acontece às 20h30 com A Conexão 80, que reúne clássicos de Plebe Rude, Biquini Cavadão, Queen e Guns N’ Roses, fechando o CARNAROCK com um panorama que atravessa diferentes gerações do rock.


Programação musical:


31/01/2026 – sábado


 14h -DJ

14h30 – Noato Oficial – Instagram @noatooficial ( Repertório - Queen, Tears For Fears, Bon Jovi, Red Hot Chilli Peppers, Plebe Rude )

16h30 - Road Dogs Rock Band – Instagram  @road.dogs.oficial ( Repertório - Pearl Jam, Nirvana, Foo Fighters, Audioslave, Creed )

18h30 – Banda Cão Viralata – Instagram @bandacaoviralata ( Repertório -Barão Vermelho, Charlie Brown Jr, RPM, Titãs, Bom Jovi )

20h30 –  Bloco 8 e 80 – Instagram @bloco8e80 ( Repertório - Uma Conexão Cósmica e percussiva entre os anos 80 e o Verão Carioca )


01/02/2026 – domingo


14h – DJ

14h30 – Maskaras de Vidro – Instagram  @maskarasdevidro ( Tributo a Pitty )

16h30 - Del Rei E Os Belinas – Instagram  @delreieosbelinas ( Legião Urbana, Nenhum de Nós, Billy Idol, A- HA, REM )

18h30 – Doomship – Instagram @doomship ( Tributo ao Black Sabbath )

20h30 – A Conexão 80 – Instagram @aconexao80 ( Plebe Rude, Biquini Cavadão, Queen, Guns N Roses )


Programação musical:


31/01/2026 – sábado

 14h -DJ

14h30 – Noato Oficial – Instagram @noatooficial ( Repertório - Queen, Tears For Fears, Bon Jovi, Red Hot Chilli Peppers, Plebe Rude )

16h30 - Road Dogs Rock Band – Instagram  @road.dogs.oficial ( Repertório - Pearl Jam, Nirvana, Foo Fighters, Audioslave, Creed )

18h30 – Banda Cão Viralata – Instagram @bandacaoviralata ( Repertório -Barão Vermelho, Charlie Brown Jr, RPM, Titãs, Bom Jovi )

20h30 –  Bloco 8 e 80 – Instagram @bloco8e80 ( Repertório - Uma Conexão Cósmica e percussiva entre os anos 80 e o Verão Carioca )


01/02/2026 – domingo

14h – DJ

14h30 – Maskaras de Vidro – Instagram  @maskarasdevidro ( Tributo a Pitty )

16h30 - Del Rei E Os Belinas – Instagram  @delreieosbelinas ( Legião Urbana, Nenhum de Nós, Billy Idol, A- HA, REM )

18h30 – Doomship – Instagram @doomship ( Tributo ao Black Sabbath )

20h30 – A Conexão 80 – Instagram @aconexao80 ( Plebe Rude, Biquini Cavadão, Queen, Guns N Roses )


Rock 80 Festival promove edição CarnaRock

Dia: 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026

Horário: Das 14h às 23h

Local: Praça do Lido – Copacabana, Rio de Janeiro


Foto: Divulgação 

 


O Instituto MRV&CO, lado social do grupo, vai distribuir cerca de 4,5 mil kits escolares para filhos e dependentes de colaboradores da organização em todo o Brasil. A ação faz parte do programa de estímulo à educação “Seu Filho, Nosso Futuro”, estruturado para acompanhar todas as fases do desenvolvimento educacional de jovens e crianças. Neste ano, a iniciativa alcança 85 municípios distribuídos por 22 estados brasileiros, proporcionando alívio direto no orçamento de mais de 3,3 mil profissionais. Somente no estado do Rio, mais de 400 crianças serão beneficiadas. 


“Acreditamos no poder transformador da educação e por isso damos esse suporte aos colaboradores compartilhando com eles o investimento na educação. O ‘Seu filho, Nosso futuro' é um programa já tradicional realizado pelo Instituto e sabemos o quanto os kits escolares motivam os nossos pequenos.”, afirma Blenda Alves, gestora do Instituto MRV&CO.

 

A ação pode representar um apoio ao orçamento familiar dos colaboradores da MRV no atual contexto econômico. Levantamento do IBEVAR (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo) indica que a alta acumulada nos preços dos produtos escolares entre 2023 e 2026 foi de cerca de 29,5%, percentual superior ao da inflação oficial do período, medida pelo IPCA.

 

No Rio de Janeiro, pesquisa da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON) e do Procon-RJ apontou alta média de 17,81% nos preços do material escolar em 2026, em comparação com 2025, com cerca de 60% dos produtos apresentando reajustes. Entre os itens pesquisados, foram identificadas variações de preço de até 475% entre estabelecimentos, especialmente em produtos de nicho como instrumentos geométricos e materiais artísticos. 


Kits personalizados


Neste ano, os kits serão distribuídos de forma personalizada por faixa etária, garantindo que os materiais sejam adequados às necessidades pedagógicas de cada etapa escolar. O Kit Laranja, destinado a crianças de 4 a 5 anos, é focado em atividades lúdicas e no desenvolvimento da coordenação motora. O Kit Verde, voltado a alunos de 6 a 10 anos, reúne itens essenciais para o ensino fundamental inicial. Já o Kit Cinza, destinado a jovens de 11 a 14 anos, concentra materiais técnicos voltados ao ensino fundamental final. 


Os estados com maior volume de entregas são Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, atendendo colaboradores da sede mineira e das demais operações do grupo. No Rio, a iniciativa vai beneficiar 412 crianças de sete municípios, com entregas realizadas na capital, Duque de Caxias, Resende, Nova Iguaçu, Campos dos Goytacazes, São Gonçalo e Macaé. 


Desde 2017, quando o programa “Seu Filho, Nosso Futuro” foi criado, foram mais de 12 mil crianças beneficiadas e cerca de nove mil colaboradores atendidos, tanto em obras quanto em unidades administrativas da MRV&CO em todo o Brasil. 


“A educação é um eixo estratégico de transformação social. Ao ampliar o acesso a itens pedagógicos e a iniciativas educacionais, a companhia contribui para o equilíbrio financeiro das famílias de seus trabalhadores e investe diretamente na formação da próxima geração de cidadãos e profissionais”, conclui Blenda. 


Sobre o Instituto MRV&CO


O Instituto MRV&CO acredita que os primeiros passos para trilhar um futuro com mais oportunidades estão diretamente ligados ao poder transformador da educação. Por isso, desde 2014, o braço social da MRV&CO desenvolve e apoia importantes programas e projetos, que têm como essência oferecer possibilidades ainda maiores na área da educação. Dessa forma, já conseguimos proporcionar oportunidades de um futuro melhor para mais de 2,1 milhões de pessoas em nove anos. Saiba mais em institutomrv.com.br. 


Foto: Divulgação

 


A SP-Arte chega a mais uma edição, a sua 22ª. No Pavilhão da Bienal, a feira de arte que é o principal ponto de encontro da comunidade da arte e do design na América Latina, acontecerá no início de abril, entre os dias 8 e 12. 


Uma das novidades é a retomada do setor Showcase, que reunirá galerias de arte internacionais estreantes ou que não estiveram na feira nas últimas edições. Até agora, estão confirmados representantes da Argentina (Ruth Benzacar e Pasto), Portugal (Kubik e Foco), Peru (Crisis) e México (Curro). 


O terceiro andar será expandido. Além do Palco SP-Arte, com debates sobre mercado e colecionismo, e o Premium Lounge, destinado a negociações, haverá também instalações e espaços de marcas parceiras, estandes de instituições culturais, livraria, o restaurante Boleta, bar de vinhos de coleção e o Design NOW. 


A Arena Iguatemi, no segundo andar, continuará sediando as conversas entre artistas e curadores, e, a Vivo, encontros com pensadores, artistas e líderes reconhecidos.  


SP-Arte 2026

8 a 12 de abril 

Pavilhão da Bienal - Parque Ibirapuera 


Foto: Divulgação

 


O programa Tarde Nacional SP, da Rádio Nacional, foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como Melhor Programa Cultural de Rádio de 2025. O anúncio foi realizado na noite desta segunda-feira (26), em assembleia geral realizada no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. A 70ª cerimônia de premiação com a respectiva entrega dos troféus está prevista para maio, no Teatro Sérgio Cardoso, na capital paulista.


"No ano que celebra 90 anos, a Rádio Nacional tem um primeiro presente que é esse prêmio importantíssimo da APCA. Parabéns a todos os funcionários envolvidos na produção do programa, que já é um exemplo de sucesso na comunicação pública. O prêmio também é um reconhecimento do vínculo que o Tarde Nacional SP, que estreou em 2024, já criou com o público de São Paulo - uma praça importantíssima que é prioridade desta gestão", afirma o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Andre Basbaum.


O gerente-executivo de Rádios da EBC, Thiago Regotto, reforça que a conquista tem um significado especial por ser justamente nas celebrações em torno das nove décadas de existência da Rádio Nacional. “É o primeiro ano em que a emissora é indicada e já sai vencedora, com um programa que nasceu da força de vontade e da dedicação de dois profissionais da EBC, que produzem, apresentam e operam a atração. Esse trabalho foi fundamental para que a Rádio Nacional de São Paulo deixasse de ser apenas uma retransmissora e passasse a ser uma geradora de conteúdo local, em diálogo direto com a maior cidade da América Latina”, diz.


No ar de segunda a sexta, de 15h às 17h, o Tarde Nacional SP é transmitido pelo dial da Rádio Nacional de São Paulo, em 87,1 FM. Os ouvintes de outras localidades também podem conferir a atração ao vivo no site e no app Rádios EBC. A produção radiofônica apresenta entrevistas, prestação de serviço, reportagens e agenda cultural com enfoque na Grande São Paulo. O programa também tem colunas com novidades musicais, achados da literatura e formação da identidade cultural da cidade.


"O forte da Nacional FM é a cobertura cultural e temos nos esforçado para levar aos ouvintes a diversidade de vozes que marcam a música brasileira, desde artistas independentes até os grandes nomes da MPB. Também abrimos espaço na programação local para falar sobre cinema, literatura e teatro, dando um panorama da riqueza cultural da maior cidade da América Latina. Isso tudo temperado com a melhor música do mundo: a brasileira”, explica Victor Ribeiro, coordenador de Programação da Rádio Nacional São Paulo e apresentador do Tarde Nacional SP.


"Estou feliz por ajudar a construir mais um pedacinho da história de uma das rádios mais importantes deste país. Uma rádio pública e da EBC! O Tarde Nacional SP busca ser um programa que dialoga com a população da maior cidade do país com música brasileira tradicional e contemporânea, além de oferecer jornalismo crítico, serviço, entrevistas com personalidades importantes da capital, e colunas de literatura, música alternativa, cinema e tecnologia”, complementa Guilherme Strozi, jornalista da EBC e que este à frente da atração radiofônica vespertina juntamente com Victor Ribeiro.


Sem Censura venceu APCA em 2025


Este é o segundo ano consecutivo em que uma atração de emissora da EBC vence o Prêmio APCA. Em 2025, o Sem Censura, da TV Brasil, foi escolhido como Melhor Programa de Televisão. Apresentado por Cissa Guimarães, vai ao ar segunda a quinta-feira, ao vivo, das 16h às 18h, e tem edições especiais toda sexta-feira, no mesmo horário. Neste ano, a produção também esteve entre os finalistas do Prêmio APCA em sua categoria.


Sobre a Rádio Nacional


A marca faz parte da história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias, em diferentes regiões do Brasil: Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FM, Rádio Nacional de Recife, Rádio Nacional de São Luís, Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.


Rádio Nacional na internet e nas redes sociais


Site: https://radios.ebc.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr

Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv

YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr

Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr

Threads: https://www.threads.com/@radionacionalbr 

Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro


WhatsApp Nacional


- Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201

- Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536

- Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568

- Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966


Saiba como sintonizar a Rádio Nacional


Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz

Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz

São Paulo: FM 87,1 MHz

Recife: FM 87,1 MHz

São Luís: FM 93,7 MHz

Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC

Alto Solimões: FM 96,1 MHz

Celular - App Rádios EBC para Android e iOS


***Na Foto em destaque, Victor Ribeiro e Guilherme Strozi à frente do programa Tarde Nacional SP

Fotos: Divulgação/EBC

 


No dia 30 de janeiro, o Dia do Quadrinho Brasileiro reforça que a linguagem pode ir além do entretenimento e contribuir para a formação de leitores. A psicopedagoga e autora de livros infantojuvenis há cerca de 28 anos, Paula Furtado, afirma que as histórias em quadrinhos favorecem o desenvolvimento cognitivo das crianças ao integrar imagem e texto, fortalecendo a compreensão, a atenção e a organização do pensamento.


“Entendo que esse gênero literário se destaca, há anos, como uma leitura singular, capaz de envolver crianças e adolescentes com a narrativa e seus protagonistas, despertando uma conexão emocional que estimula a formação do hábito de ler, justamente por dialogar diretamente com o universo infantil, marcado por imagens, movimento, sons e aventuras”, explica a profissional.



Paula, que também é contadora de histórias, diz que as publicações em quadrinhos têm outro diferencial porque respeitam o tempo da criança, ao permitir que ela observe, releia e explore os detalhes, para a realização de uma leitura ativa, e não passiva. “Isso ocorre porque os quadrinhos são repletos de nuances que sugerem movimento e ação dos personagens, o que potencializa a memória, o raciocínio e a capacidade de interpretação das crianças”.


Ferramenta educacional


Com o avanço das tecnologias e da internet, o acesso aos quadrinhos se transformou, ampliando as possibilidades de uso no ambiente escolar. Ao integrar o formato aos projetos pedagógicos, tanto em versões físicas quanto digitais, as escolas ampliam o incentivo à leitura, assim como a alfabetização e o letramento visual, ao ampliar as possibilidades de compreensão e interpretação por meio da conexão entre narrativa, imagem e o contexto cotidiano dos estudantes. “Com a mediação adequada, os gibis se tornam uma ferramenta pedagógica capaz de aproximar os estudantes do conhecimento de forma mais afetiva e significativa, em sintonia com a linguagem própria da infância”, pontua.


Neste dia 30, ao celebrar o legado de desenhistas consagrados, destacar novos talentos e ampliar o acesso à cultura, à informação e à imaginação, a data, para Paula, também reforça a pluralidade de temáticas livres e, sobretudo, a importância do universo simbólico para o desenvolvimento integral do público infantojuvenil.


Sobre Paula Furtado


Paula é pedagoga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com especialização em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia (Facon-SP), Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae e Leitura e Escrita, também pela PUC-SP. A profissional já atuou como assessora pedagógica em escolas públicas e particulares.


Paula Furtado atende crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizado, incluindo casos complexos envolvendo traumas e situações de vulnerabilidade emocional. Nesta área da educação, a pedagoga ministra cursos para formação de educadores nas instituições de ensino público e particular e realiza palestras para pais sobre a importância de contar histórias.


Autora de mais de 100 livros infantojuvenis e criadora de jogos pedagógicos inovadores, Paula também escreve para revistas especializadas em educação e infância. A especialista em educação exerceu a função de coordenadora e supervisora psicopedagógica em diversas publicações infantis (Contos de fadas, Lendas e Folclore) com Girassol Brasil e MSP Estúdios.


Foto1: Laura Lessa 

Foto2: Markus Spike

 


No dia 25 de janeiro, data emblemática para a cidade de São Paulo, a Rádio Capital celebrou 48 anos de história, marcados por informação, credibilidade e uma relação sólida e contínua com seu público. Ao longo de quase cinco décadas, a emissora acompanhou de perto as transformações sociais, culturais e urbanas da capital paulista, mantendo-se presente no cotidiano dos ouvintes e consolidando-se como uma das rádios mais tradicionais e respeitadas da cidade.


Vivendo um novo e significativo ciclo, a Rádio Capital apresenta uma fase de renovação alinhada às novas formas de consumo de conteúdo, sem abrir mão de seus valores essenciais. A emissora conta hoje com um time de apresentadores reconhecidos, comunicadores de forte identificação com a audiência e uma grade de programação moderna, dinâmica e conectada, reafirmando seu compromisso com conteúdo plural, relevante e de qualidade.


Mais do que uma emissora, a Rádio Capital sempre enxergou o ouvinte como seu principal ativo. A escuta atenta, o diálogo constante e a proximidade com o público são pilares que sustentam sua trajetória e orientam suas decisões editoriais e estratégicas.


Atualmente, a Rádio Capital opera nas frequências FM 77.5 e AM 1040, além de ampliar sua presença no ambiente digital por meio de aplicativo próprio e transmissão ao vivo pelo YouTube, no canal capitalcomvoce, fortalecendo sua atuação multiplataforma e expandindo ainda mais seu alcance.


Nesse novo momento, a emissora também abre espaço para marcas, anunciantes e empresários que desejam crescer ao lado de uma rádio sólida, confiável e em constante evolução. Interessados podem entrar em contato com a equipe de estratégia comercial pelo telefone (11) 2539-7512 ou pelo e-mail comercial@capitalcomvoce.com.br.


Ao celebrar seus 48 anos de credibilidade, a Rádio Capital segue escrevendo sua história com o olhar voltado para o futuro, reforçando sua missão de promover conexões verdadeiras com o público brasileiro, em especial com a Cidade de São Paulo, que também comemorou 472 anos no dia 25 de janeiro.


A Rádio Capital acredita na comunicação com propósito, proximidade e confiança e convida novas marcas a caminharem lado a lado para fortalecer ainda mais essa conexão com o ouvinte.


Multiplataforma, a Rádio Capital está presente em todos os lugares, com transmissão em tempo real:


📻 77.5 FM


📻 1040 AM


📺 YouTube – CAPITALCOMVOCÊ (ao vivo)


📱 Aplicativo oficial


🗣️ Alexa


Uma nova Capital. Mais próxima, mais forte, multiplataforma e conectada com você.


A nova grade de programação já está no ar. Acompanhe essa transformação.


Foto: Divulgação

 


Diogo Nogueira estreia a grandiosa turnê comemorativa "Infinito Samba", um espetáculo que celebra duas décadas de uma trajetória marcada pela excelência, reinvenção, e a inegociável reverência ao samba de raiz. A turnê, que chega no dia 01/03 no Rio de Janeiro, será um marco na força cênica do gênero, unindo a ancestralidade da música brasileira com um olhar inovador para o futuro no palco da Farmasi Arena. O projeto “Infinito Samba” é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras via Lei Federal de Incentivo à Cultura, e realizado pela Orin Produções e PECK. No Rio de Janeiro, “Infinito Samba” também recebe o apoio da Riotur, patrocinadora do lançamento do projeto, da estreia do espetáculo e encerramento no Parque Madureira.


Considerado o elo entre o samba de ontem e o de amanhã, Diogo Nogueira se consolidou como uma referência da MPB contemporânea, carregando o carisma inconfundível de sua linhagem e a força de uma musicalidade que transcende gerações. "Infinito Samba" traduz essa jornada intensa em uma experiência imersiva de música, repertório e estética cênica.


O público do Rio de Janeiro será recebido com um show em que Diogo sobe ao palco acompanhado por sua banda e uma grande orquestra. Concebida para dialogar de forma moderna com o ritmo e a emoção do samba, a formação apresentará arranjos inéditos e envolventes.


Rafael Dragaud, Diretor Artístico da turnê, descreve o processo: “A discussão de repertório foi um mergulho tão sentimental e emocional quanto histórico. O samba é tão gigante que é uma espécie de multiverso, capaz de dialogar com todas as dimensões do Brasil.”


O repertório é uma seleção cuidadosa de grandes sucessos da carreira de Diogo, releituras afetivas que homenageiam suas influências (do filho de João Nogueira ao protagonista do agora) e novas composições. O roteiro musical é uma viagem poética que inclui clássicos atemporais e blocos dedicados às canções de amor, à gafieira e ao clima de roda da favela.


Visão cênica: arquitetura de LED e o círculo da ancestralidade


O destaque de "Infinito Samba" é sua proposta visual. Cenário, luz e figurino integram-se em uma experiência de impacto.


“Em relação às inspirações, posso dizer que elas são ponto de partida para serem todas misturadas num caldeirão onde o que mais vai determinar os caminhos, as escolhas é a emoção que a música tem que proporcionar. Para mim os conceitos eles vão até a página 2 – servem para a gente começar a nossa viagem criativa, mas em determinado momento eles são feitos andaimes. A gente constrói um prédio e temos que tirá-los”, diz Dragaud.


A celebração dos 20 anos de carreira de Diogo Nogueira é um testemunho de sua coragem em não se acomodar. O artista sabe respeitar o tempo com uma habilidade quase culinária, ampliou seus horizontes, consolidou suas origens, mas segue buscando novos destinos para sua música, abrindo portas e pistas para um futuro ainda mais promissor. O artista, que fez de sua hereditariedade uma senha para desvendar os segredos do samba, mostra-se pronto para romper novas fictícias fronteiras, sem medo de ser feliz.


Infinito Samba

Data: 01 de março de 2026 (domingo)

Abertura dos portões: 19h00

Horário do show: 21h00

Local: Farmasi Arena

Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra Olímpica, Rio de Janeiro – RJ

Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Sujeito a alteração por Decisão Judicial.

Vendas: https://www.ticket360.com.br/evento/32285/ingressos-para-diogo-nogueira-infinito-samba

BILHETERIA VIRTUAL (FARMASI ARENA)

Bilheteria Virtual com tecnologia de geolocalização disponível 24h:

Para ativar a compra através do aplicativo, esteja no máximo a 500 metros de raio do local para ser isento da taxa.


Foto: Priscila Prade

 


Com o retorno às aulas, o ambiente escolar volta a concentrar não apenas interações presenciais, mas também dinâmicas que se estendem ao espaço digital e podem gerar riscos à saúde mental e outros perigos. É o caso do cyberbullying, prática caracterizada por ataques, humilhações e exposições feitas de forma recorrente na internet em razão da condição social, da aparência física ou de outras características de uma pessoa. Discussões, exclusões e rivalidades na escola tendem a migrar para ambientes como redes sociais, jogos on-line e aplicativos de mensagens, onde ganham maior visibilidade e ampliam os impactos sobre quem sofre as agressões. 


“O cyberbullying potencializa os danos à pessoa que sofre bullying, especialmente em crianças e adolescentes, que ainda não desenvolveram totalmente o seu arcabouço psíquico para enfrentar tais questões”, explica Mauricio Cunha, presidente executivo do ChildFund. Mudanças bruscas de humor, ansiedade, crises de pânico, tristeza persistente, irritabilidade, perda de apetite e isolamento social estão entre os sinais mais recorrentes entre as vítimas.


Dados do estudo Mapeamento dos Fatores de Vulnerabilidade de Adolescentes Brasileiros na Internet, realizado pelo ChildFund, mostram que o ambiente on-line é percebido por adolescentes como um território marcado pela insegurança, exposição ao bullying e outras formas de violência. A pesquisa ouviu 8.436 adolescentes de 13 a 18 anos, de escolas públicas e privadas, em todas as regiões do país, combinando métodos quantitativos e qualitativos.


Os resultados revelam diferenças importantes na percepção de segurança on-line entre meninas e meninos. O sentimento de insegurança é relatado por 21% das meninas e por 10% dos meninos. Nos grupos focais, foram registradas sete menções a bullying feitas por meninas e três por meninos, indicando que elas podem sofrer cerca de 2,3 vezes mais ameaças desse tipo. Os relatos envolvem xingamentos, comentários maldosos, exposição da aparência física e assédio.


Redes sociais e jogos ampliam a exposição à violência


Ao analisar os ambientes digitais percebidos como mais inseguros, os adolescentes apontaram o Instagram como o principal espaço de risco, concentrando 68% das menções. Em seguida aparece a plataforma de jogos on-line Roblox, com 12%. Jogos como Free Fire também foram associados a agressões verbais, enquanto o TikTok foi relacionado à exposição a comentários ofensivos.


Relatos coletados na pesquisa ilustram como essas situações se manifestam no cotidiano. Em um dos depoimentos, um adolescente descreve a invasão de uma conta no Instagram e o envio de mensagens ofensivas a partir de um perfil hackeado. Em outro, um jovem relata ter sido ameaçado por um usuário desconhecido durante uma interação no Roblox.


Diferenças entre estudantes de escolas públicas e privadas também foram identificadas. Adolescentes da rede pública relataram maior exposição ao bullying e ao assédio on-line — 63% afirmaram ter sido abordados por desconhecidos. Já entre estudantes da rede privada, os dados indicam maior eficácia de m

ecanismos de proteção, como orientação, controle digital e redes de apoio.


“A supervisão do acesso à internet exercida por pais e responsáveis é um mecanismo de proteção fundamental, mas ainda aparece de forma limitada na realidade dos adolescentes brasileiros. Na pesquisa, apenas 35% dos jovens relataram algum tipo de acompanhamento no uso da internet, o que evidencia a necessidade de ampliar o diálogo e a orientação sobre convivência e segurança no ambiente digital”, afirma Mauricio.


Cyberbullying é crime


Em 2024, o Brasil passou a contar com um marco legal específico para o enfrentamento do bullying e do cyberbullying. A Lei nº 14.811/2024 alterou o artigo 146-A do Código Penal e estabeleceu punições para a prática de intimidação sistemática, incluindo multa e reclusão, a depender da gravidade do caso. Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública identificou, no mesmo ano, 2.935 ocorrências de bullying e cyberbullying com vítimas de 0 a 19 anos, sendo 460 classificadas como cyberbullying. O estudo, no entanto, não reflete a totalidade dos casos, mas apenas aqueles que chegaram a ser formalmente registrados pelas polícias civis estaduais.


Recomendações para o enfrentamento à violência digital


O ChildFund indica estratégias prioritárias que podem ser adotadas por escolas, pais e responsáveis para reduzir riscos, enfrentar o cyberbullying e fortalecer a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital:


Riscos e resposta a ameaças digitais: implementação de módulos educativos, inclusive com abordagens gamificadas, sobre cyberbullying, além da disponibilização de recursos claros sobre “como denunciar” e “onde buscar ajuda”, integrados às redes sociais mais utilizadas pelos adolescentes.


Privacidade e segurança: desenvolvimento de campanhas educativas voltadas à configuração de contas e à segurança digital em plataformas como Instagram e TikTok.


Controle digital equilibrado: combinação de ferramentas de controle parental, como o Family Link, com diálogo e transparência entre adultos e adolescentes.


Treinamento e capacitação de pais e responsáveis: ações voltadas à preparação de adultos para lidar com a segurança digital, incentivando conversas abertas e contínuas com crianças e adolescentes. O ChildFund criou o curso Safe Child, oferecido gratuitamente neste site. 


Sobre o ChildFund 


O ChildFund é uma organização que atua no desenvolvimento integral e na promoção e defesa dos direitos da criança, do adolescente e do jovem, criando futuros com mais oportunidades, para que tenham seus direitos considerados e alcancem seu potencial.


Por meio de programas desenvolvidos no Brasil em 2024, seu trabalho alcançou cerca de 1,3 milhão de pessoas no país. Para realizá-lo, a organização conta com a contribuição de pessoas físicas, por meio do programa de apadrinhamento de crianças e de doações para a causa, como o Guardião da Infância, além de parcerias com empresas, institutos e fundações que apoiam os projetos desenvolvidos.


A organização faz parte de uma rede internacional associada ao ChildFund International, presente em mais de 60 países e que gera impacto positivo na vida de mais de 24,3 milhões de crianças e suas famílias no mundo.


A organização foi premiada internacionalmente em 2025 e está entre as 20 melhores no ranking brasileiro emitido pela The Dot Good, uma certificadora de projetos sociais com sede na Suíça que avalia os impactos locais e globais de ONGs em todo o mundo. No Brasil, o ChildFund já foi eleito, também, a melhor ONG de assistência social do país em 2022 e a melhor ONG para crianças e adolescentes do Brasil por três anos (2018, 2019 e 2021) pelo Prêmio Melhores ONGs, que também a elegeu entre as 100 melhores ONGs do país por oito anos. Mais informações em www.childfundbrasil.org.br.


Foto: Freepik

Alcione no Espaço Hall

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No próximo dia 31 de janeiro, sábado, o Espaço Hall receberá a “Marrom” Alcione em uma noite totalmente dedicada ao samba. A casa abrirá às 21 horas, mas o primeiro show, que será com o show do cantor Thiago Soares, terá início às 23h.  O  de Alcione, logo após, está programado para 01h00. Vale lembrar que serão dois shows completos, individuais, e que a intérprete maranhense será acompanhada pela Banda do Sol. 


Dando prosseguimento à turnê do novo álbum, intitulado apenas como "Alcione", a cantora está de volta ao palco do Espaço Hall para apresentar seus hits de carreira e as novidades de um disco que já ultrapassou os 3 milhões de plays nas plataformas de música! Canções como "Marra de Feroz", "Não Mexe Comigo", "Evidências" e "Mar de Segredos" (um dos temas da trilha da novela "Garota do Momento") que constam do novo álbum estão ajudando, e muito, nessa escalada que já atingiu números tão expressivos. 


No repertório, especialmente selecionado para o espetáculo no Espaço Hall, sucessos como "Estranha Loucura", "A Loba", "Você me vira a cabeça", "Meu ébano", "Meu vício é você", "Não deixe o samba morrer"; as inéditas e regravações inseridas no álbum "Alcione"; um pot-pourri com megahits de Jorge Benjor e "Retalhos de Cetim" (Benito di Paula), entre outras preciosidades. 


 


ALCIONE no ESPAÇO HALL


Dia: 31.01.2026 (SÁBADO)

Hora: 21h - abertura da casa / Alcione - show previsto para 01h00 

Ingressos a partir de R$30,00

Endereço: Av. Ayrton Senna, 5850 – Barra da Tijuca, RJ.

Capacidade:  6600 pessoas

Faixa etária: 18 anos

Melhores informações: www.espacohall.com.br

Foto: Vinícius Mochizuki

79 obras, 50 artistas, um século de arte na CAIXA Cultura

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A exposição “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade”, em cartaz na CAIXA Cultural Brasília, teve seu período de visitação prorrogado até 1º de fevereiro. Inicialmente prevista para encerrar em 18 de janeiro, a mostra segue aberta ao público com a proposta de apresentar um amplo panorama da arte brasileira ao longo de 100 anos (1920–2020), reunindo 79 obras de 50 artistas em um encontro raro de acervos do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.


Pela primeira vez, obras de diferentes instituições e coleções particulares são colocadas lado a lado para construir uma narrativa visual inédita sobre o país. Pinturas, esculturas, tapeçarias, fotografias, instalações e objetos conduzem o visitante por um século de criação artística, revelando um Brasil múltiplo, contraditório e inventivo, entre o sonho e a realidade. 


Diálogos entre tempos, linguagens e territórios


O ineditismo da exposição está tanto na reunião dos acervos, quanto nas conexões propostas entre períodos e estilos. O percurso estabelece diálogos diretos entre o impulso modernista dos anos 1920 e a potência expressiva da arte urbana contemporânea, cruzando o clássico e o popular, o ateliê e a rua. Obras de nomes consagrados da história da arte brasileira convivem com produções contemporâneas, criando novas leituras sobre a identidade visual do país.


Três núcleos que se interconectam


A curadoria de Denise Mattar, organizada a partir da concepção artística de Rafael Dragaud, traz três núcleos temáticos: Vozes dos Trópicos, Vozes da Rua e Vozes do Silêncio, que não se limitam a uma leitura cronológica, mas se entrelaçam em um mosaico dinâmico:


Vozes dos Trópicos: o núcleo se debruça sobre o imaginário que moldou a ideia de Brasil como paraíso exótico e exuberante, mas atravessado por tensões entre natureza e colonização, beleza e violência, mito e crítica. Obras de Tarsila do Amaral, Burle Marx, Beatriz Milhazes, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Denilson Baniwa, Ernesto Neto, Adriana Varejão, Rosana Paulino e outros conduzem o visitante a paisagens fabulosas e símbolos ancestrais, compondo um Brasil vibrante, colorido e solar.


Vozes da Rua: apresenta o Brasil popular em sua força criativa, onde a arte se inspira no compasso da rua, das festas e dos gestos cotidianos. Obras de Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Djanira, Volpi, Portinari, Beatriz Milhazes, Eduardo Kobra e outros retratam celebrações e rituais, revelando uma estética nascida da coletividade e da cultura que molda nossa identidade visual.


Vozes do Silêncio: aborda a outra face do Brasil, das questões psicológicas e íntimas, onde memória, espiritualidade e dor se transformam em criatividade. Maria Auxiliadora, Arthur Bispo do Rosário, Ismael Nery, Maria Lídia Magliani, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Vik Muniz e Nelson Leirner, entre outros, exploram corpo, fé, luto e exclusão como territórios poéticos, revelando dimensões invisíveis da experiência brasileira.

 

Experiência ampliada e acessível


Além do impacto de público, a exposição se destaca pelo caráter educativo e inclusivo, com recursos de acessibilidade como audiodescrição, tradução em Libras, materiais táteis e visitas mediadas, além de oficinas profissionalizantes em comunidades.


Em seus últimos dias, “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade” reafirma seu alcance ao convidar o público a revisitar, ou descobrir, um século de arte brasileira sob novas perspectivas, em uma experiência plural que faz o Brasil pulsar em cores, gestos e histórias.


“Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade” é uma realização da CAIXA Cultural Brasília em parceria com a Agência Pira, com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.



Exposição: Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade             


Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS Q. 4 Lotes 3/4 - Asa Sul, Brasília - DF, 70092-900


Galerias: Galeria Principal, Galeria Piccola I e Galeria Piccola II


Período: 21 de outubro de 2025 a 01 de fevereiro de 2026


Horários: terça a domingo, das 9h às 21h (segunda-feira fechado)


Entrada: gratuita | Classificação indicativa: livre


Acessibilidade: audiodescrição, Libras, materiais táteis e visitas mediadas


Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil


***Na Foto em destaque, 'O Mamoeiro’ (1925), Tarsila do Amaral | Pintura, óleo sobre tela, 65  x 70 cm

Foto: Divulgação

 

Roberto Menescal e Cris Delanno _ promo 2025 _ @MarcosHermes


O Blue Note Rio vai receber essa semana Roberto Menescal e Cris Delanno em mais uma edição do show O Lado B da Bossa, a cantora Tiê no intimista “Saudade é Amor”, Rick Ferreira cantando Erasmo Carlos, Raul Seixas e Belchior. A programação completa com link de vendas está no final do texto.

 


Roberto Menescal e Cris Delanno - O Lado B da Bossa 


Na sexta-feira Roberto Menescal e Cris Delanno voltam ao palco do Blue Note Rio com o show “O Lado B da Bossa”. O espetáculo, homônimo do álbum recém-lançado, apresenta canções do lado B com arranjos do mestre Roberto Menescal, dentro do rigor e da elegância do band leader que expandiu a estética da bossa nova nas fusões de jazz com o samba, ao mesmo tempo em que promoveu um refinamento em direção ao intimismo.

 


O violão magistral de Menescal e a voz impecável e emocionante de Cris criam um verdadeiro encontro musical, que ganha o reforço elegantíssimo do trio formado por Adriano Souza (piano e órgão), Adriano Giffoni (baixo) e João Cortez (bateria), em clássicos como “Ah, Se Eu Pudesse”, “Chora Tua Tristeza”, “Deixa”, “Era Copacabana”, “O Negócio é Amar” e “Esse Seu Olhar/Promessas”.

 


Roberto Menescal e Cris Delanno voltam ao palco do Blue Note Rio com o show “O Lado B da Bossa”. O espetáculo, homônimo do álbum recém-lançado, apresenta canções do lado B com arranjos do mestre Roberto Menescal, dentro do rigor e da elegância do band leader que expandiu a estética da bossa nova nas fusões de jazz com o samba, ao mesmo tempo em que promoveu um refinamento em direção ao intimismo.

 


O violão magistral de Menescal e a voz impecável e emocionante de Cris criam um verdadeiro encontro musical, que ganha o reforço elegantíssimo do trio formado por Adriano Souza (piano e órgão), Adriano Giffoni (baixo) e João Cortez (bateria), em clássicos como “Ah, Se Eu Pudesse”, “Chora Tua Tristeza”, “Deixa”, “Era Copacabana”, “O Negócio é Amar” e “Esse Seu Olhar/Promessas”.

 


Tiê - Saudade é amor


Tiê - foto Lucas Seixas/ @retratoslucas 


A cantora e compositora Tiê celebra a vida com o show “Saudade é Amor”, no sábado. Com um tom intimista e acolhedor, às vezes sozinha com seu violão, às vezes acompanhada de piano, passeando por várias canções do seu primeiro álbum “Sweet Jardim’, além de canções dos outros álbuns e sucessos da sua carreira, como “A Noite” e “Amuleto”. Tiê construiu uma carreira sólida iniciada em 2009 com o álbum Sweet Jardim, após ser descoberta por Toquinho. Reconhecida por sucessos como "A Noite" (tema de novela), acumula 15 anos de trajetória, incluindo o álbum Dix (2019) e o projeto Cartas de Amor. Em “Saudade é Amor”,

 

Rick Ferreira faz homenagem ao Erasmo Carlos, Raul Seixas e Belchior


Rick Ferreira - Foto Eduardo Porto 


Sábado às 22h30, Rick Ferreira faz um apanhado afetivo e musical dos três artistas que mais marcaram sua carreira: Erasmo Carlos, Raul Seixas e Belchior, aproveitando para celebrar os 80 anos de vida de Belchior e mais de 5 décadas dedicadas à música. O show terá participação especial de Vannick Belchior, filha caçula do grande Belchior. 


No repertório, sucessos que atravessam gerações com arranjos originais como foram criados por Rick nas gravações dos discos e alguns inéditos com releituras que unem a força do rock brasileiro, a poesia nordestina e a essência do som autêntico e único de Rick Ferreira. 


27/01 - TERÇA - 20h

RIO FUNK & JAZZ SESSIONS 


28/01 - QUARTA - 20h

ROBERTO ROSEMBERG QUARTETO - GINGA 


28/01 - QUARTA - 22h30

ETERNAMENTE - GISELE DE SANTI CANTA GAL 


29/01 - QUINTA - 20h

IGOR GARRIDO - É CAÇA E CAÇADOR - UM TRIBUTO A FÁBIO JÚNIOR


29/01 - QUINTA - 22h30

TRIOSSAUROS - CLÁSSICOS DO ROCK NACIONAL E INTERNACIONAL 


30/01 - SEXTA - 20h e 22h30

ROBERTO MENESCAL E CRIS DELANNO - O LADO B DA BOSSA  


31/01 - SÁBADO - 20h

TIÊ - SAUDADE É AMOR  


31/01 - SÁBADO - 22h30

RICK TOCA RICK FERREIRA: Erasmo, Raul e Belchior 80 Anos - part. especial VANNICK BELCHIOR  


01/02 - DOMINGO - 19H

TRIBUTO - NA ONDA DE OSMAR MILITO - CLIFF KORMAN, XANDE FIGUEIREDO, AUGUSTO MATTOSO  


BLUE NOTE RIO


O Blue Note Rio ocupa um espaço com aproximadamente 700 m², sendo dividido em três ambientes: Varanda Blue, com capacidade para 110 lugares. A casa conta com um Piano Bar no primeiro andar, com capacidade para 140 pessoas. Nas quintas acontece o Piano Bar Experience, com apresentação dos pianistas da casa e convidados especiais, anunciados a cada semana (couvert artístico - R$25). Aos sábados, a programação diurna conta com a Feijoada Raiz, com samba e buffet exclusivo, onde os clientes podem saborear um delicioso prato típico na área externa, no Calçadão, ainda mais perto do mar de Copacabana. Aos domingos, a casa abre para almoço a partir das 12h. 


Para dar um toque mais brasileiro e carioca à experiência, um trio de jazz comanda três sets com o melhor da Bossa Nova. Clássicos inesquecíveis do gênero serão executados ao vivo. A entrada é gratuita.


A franquia chegou ao Brasil através do empresário Luiz Calainho. No time de patrocinadores estão as cervejarias Heineken e Blue Moon, o Hotel Fairmont, a Sadia Speciale, além do patrocínio master da Porto Bank. 


A MARCA BLUE NOTE


Inaugurado em 1981 em Nova York pelo proprietário e fundador Danny Bensusan, o Blue Note possui filiais no Havaí, Califórnia, Japão (Tóquio), Itália (Milão) e China (Pequim e Xangai). A noite de estreia, em 30 de setembro, contou com o Nat Adderley Quintet. Logo, o lugar se estabeleceu como a principal casa de shows da cidade, já tendo recebido nomes como Ray Charles, Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Carmen McRae, Lionel Hampton, Oscar Peterson, Chick Corea, Keith Jarrett e muitos outros.

 

BLUE NOTE RIO

Endereço: Av. Atlântica, 1910 - Rio de Janeiro - RJ

Ingressos aqui

 


A exposição Línguas africanas que fazem o Brasil poderá ser vista somente até 18 de janeiro (domingo) no Centro Cultural do TCU, em Brasília. Em cartaz desde novembro de 2025, o projeto reúne obras, objetos e projeções que evidenciam a profunda contribuição das línguas e culturas africanas - como o quimbundo, o quicongo, o umbundo, o iorubá e o fon - para a consolidação da nossa identidade e das características da língua portuguesa falada no Brasil. A curadoria é do músico e filósofo Tiganá Santana. 


A mostra é realizada em parceria com o Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo, e está instalada na Galeria Marcantonio Vilaça, no Centro Cultural TCU. A iniciativa conta com patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e apoio do Sindilegis. 


Se, por um lado, palavras como axé e acarajé são associadas diretamente a dialetos da África, outras como fofoca, caçula, moleque e marimbondo, apesar de serem corriqueiras e de origem africana, não são associadas ao continente. 


Para além de explicar a origem dessas expressões, a exposição Línguas africanas que fazem o Brasil propõe outros olhares e outras reflexões, revelando a presença da cultura afro em diferentes manifestações culturais brasileiras, como a música, a arquitetura e as festas populares. 


Entre cores, formas e símbolos, a mostra conta com obras de importantes nomes da arte brasileira como Aline Motta, Rebeca Carapiá, Antonio Obá, Dalton Paula, Goya Lopes e Leni Vasconcellos. A partir de instalações, fotografias, objetos, esculturas, vídeos e telas, forma-se uma cartografia das palavras e do legado ancestral que compõe o tecido social brasileiro. 


No Museu da Língua Portuguesa, a exposição Línguas africanas que fazem o Brasil esteve em cartaz entre maio de 2024 e fevereiro de 2025, atraindo um público de 241 mil visitantes. A mostra também esteve em exibição no Palácio Anchieta, em Vitória (ES), entre setembro e dezembro de 2025. 


Exposição Línguas africanas que fazem o Brasil – Itinerância Brasília 

Até 18 de janeiro de 2026 

De segunda-feira a domingo, das 9h às 18h. 

Centro Cultural TCU (Setor de Clubes Sul, Trecho 3 - Brasília) 

Grátis  


SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA  

Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar o seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.  


O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.    


PATROCÍNIOS E PARCERIAS  

A Temporada 2026 do Museu da Língua Portuguesa conta com patrocínio máster da Petrobras e da Motiva; patrocínio do Instituto Votorantim e da Vale; apoio do Instituto Ultra, do Itaú Unibanco e da CAIXA. Conta, ainda, com as empresas parceiras Machado Meyer, Porto, Unipar e Alcaçuz. Folha de S.Paulo, Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são parceiros de mídia. O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.  


Foto: Antonio Leal

Exposição 'Nossos Brasis' é prorrogada até 1º de fevereiro

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A exposição “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade”, em cartaz na CAIXA Cultural Brasília, teve seu período de visitação prorrogado até 1º de fevereiro. Inicialmente prevista para encerrar em 18 de janeiro, a mostra segue aberta ao público com a proposta de apresentar um amplo panorama da arte brasileira ao longo de 100 anos (1920–2020), reunindo 79 obras de 50 artistas em um encontro raro de acervos do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.


Pela primeira vez, obras de diferentes instituições e coleções particulares são colocadas lado a lado para construir uma narrativa visual inédita sobre o país. Pinturas, esculturas, tapeçarias, fotografias, instalações e objetos conduzem o visitante por um século de criação artística, revelando um Brasil múltiplo, contraditório e inventivo, entre o sonho e a realidade.


Diálogos entre tempos, linguagens e territórios


O ineditismo da exposição está tanto na reunião dos acervos, quanto nas conexões propostas entre períodos e estilos. O percurso estabelece diálogos diretos entre o impulso modernista dos anos 1920 e a potência expressiva da arte urbana contemporânea, cruzando o clássico e o popular, o ateliê e a rua. Obras de nomes consagrados da história da arte brasileira convivem com produções contemporâneas, criando novas leituras sobre a identidade visual do país.


Três núcleos que se interconectam


A curadoria de Denise Mattar, organizada a partir da concepção artística de Rafael Dragaud, traz três núcleos temáticos: Vozes dos Trópicos, Vozes da Rua e Vozes do Silêncio, que não se limitam a uma leitura cronológica, mas se entrelaçam em um mosaico dinâmico:


Vozes dos Trópicos: o núcleo se debruça sobre o imaginário que moldou a ideia de Brasil como paraíso exótico e exuberante, mas atravessado por tensões entre natureza e colonização, beleza e violência, mito e crítica. Obras de Tarsila do Amaral, Burle Marx, Beatriz Milhazes, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Denilson Baniwa, Ernesto Neto, Adriana Varejão, Rosana Paulino e outros conduzem o visitante a paisagens fabulosas e símbolos ancestrais, compondo um Brasil vibrante, colorido e solar.

Vozes da Rua: apresenta o Brasil popular em sua força criativa, onde a arte se inspira no compasso da rua, das festas e dos gestos cotidianos. Obras de Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Djanira, Volpi, Portinari, Beatriz Milhazes, Eduardo Kobra e outros retratam celebrações e rituais, revelando uma estética nascida da coletividade e da cultura que molda nossa identidade visual.

Vozes do Silêncio: aborda a outra face do Brasil, das questões psicológicas e íntimas, onde memória, espiritualidade e dor se transformam em criatividade. Maria Auxiliadora, Arthur Bispo do Rosário, Ismael Nery, Maria Lídia Magliani, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Vik Muniz e Nelson Leirner, entre outros, exploram corpo, fé, luto e exclusão como territórios poéticos, revelando dimensões invisíveis da experiência brasileira.

 

Experiência ampliada e acessível


Além do impacto de público, a exposição se destaca pelo caráter educativo e inclusivo, com recursos de acessibilidade como audiodescrição, tradução em Libras, materiais táteis e visitas mediadas, além de oficinas profissionalizantes em comunidades.


Em seus últimos dias, “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade” reafirma seu alcance ao convidar o público a revisitar, ou descobrir, um século de arte brasileira sob novas perspectivas, em uma experiência plural que faz o Brasil pulsar em cores, gestos e histórias.


“Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade” é uma realização da CAIXA Cultural Brasília em parceria com a Agência Pira, com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.


Exposição: Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade             


Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS Q. 4 Lotes 3/4 - Asa Sul, Brasília - DF, 70092-900


Galerias: Galeria Principal, Galeria Piccola I e Galeria Piccola II


Período: 21 de outubro de 2025 a 01 de fevereiro de 2026


Horários: terça a domingo, das 9h às 21h (segunda-feira fechado)


Entrada: gratuita | Classificação indicativa: livre


Acessibilidade: audiodescrição, Libras, materiais táteis e visitas mediadas


Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil


***Na Foto em destaque, O Mamoeiro’ (1925), Tarsila do Amaral | Pintura, óleo sobre tela, 65  x 70 cm

Foto: Divulgação

O episódio envolvendo o ator Henri Castelli durante o Big Brother Brasil reacendeu discussões nas redes sociais sobre convulsões e saúde neurológica. 


No entanto, segundo o Dr. Matheus Trilico, neurologista e referência no tratamento de adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), é preciso cautela ao se afirmar, apenas com base nas imagens disponibilizadas, que se tratou de uma convulsão.


“Convulsões são diagnósticos clínicos. Elas exigem avaliação médica, análise do contexto, histórico do paciente e, muitas vezes, exames complementares. Existem diversos quadros que podem simular uma crise convulsiva, como síncope, hipoglicemia, queda de pressão ou exaustão extrema”, explica ele.


De acordo com o Dr. Trilico, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica excessiva e desorganizada no cérebro. As causas são variadas e incluem epilepsia, alterações metabólicas, privação de sono, infecções, traumas cranianos, uso ou suspensão abrupta de medicamentos, além do consumo de álcool ou drogas.


Convulsões podem ocorrer mesmo sem histórico neurológico


Um ponto pouco conhecido pela população é que crises convulsivas podem acontecer mesmo em pessoas sem diagnóstico prévio de doença neurológica. “Estresse físico e emocional intenso, privação de sono, desidratação e esforço prolongado, especialmente quando combinados, podem funcionar como gatilhos. Isso não significa, necessariamente, epilepsia, mas indica que o cérebro entrou em estado de sobrecarga”, afirma.


Os sinais mais conhecidos de uma convulsão incluem movimentos involuntários, rigidez muscular, alteração ou perda de consciência, salivação excessiva e confusão mental após o episódio. No entanto, o médico ressalta que nem toda convulsão é intensa ou evidente, e algumas crises são sutis.


O que fazer — e o que não fazer — durante uma crise?


O neurologista alerta para práticas equivocadas ainda muito difundidas. “Puxar a língua é um mito perigoso e pode causar lesões graves”, destaca.


A conduta correta inclui proteger a pessoa contra quedas, afastar objetos ao redor, não conter os movimentos, colocá-la de lado, se possível, para facilitar a respiração, e acionar atendimento médico após o episódio.


Ambientes de alta pressão exigem atenção redobrada


Reality shows, segundo o Dr. Trilico, reúnem fatores de risco importantes para o sistema nervoso, como confinamento, privação de sono, pressão emocional constante e esforço físico. “Mesmo que um evento seja isolado, o acompanhamento médico é fundamental para descartar causas graves e prevenir novos episódios”, ressalta.


A relação entre convulsões, TEA e TDAH em adultos


O neurologista também chama atenção para uma associação ainda pouco discutida: a relação entre epilepsia, TEA e TDAH na vida adulta. Pessoas com autismo apresentam risco aumentado de epilepsia, e a relação entre epilepsia e TDAH é considerada bidirecional.


“Essas condições compartilham mecanismos neurobiológicos e genéticos. Na prática clínica, isso impacta diretamente o diagnóstico, o tratamento e a qualidade de vida do paciente adulto. O manejo exige abordagem multidisciplinar e atenção especial à escolha de medicamentos, devido às possíveis interações entre anticonvulsivantes e fármacos usados no TDAH, alerta Dr Matheus.


Mais informação, menos julgamento


Para o Dr. Matheus Trilico, episódios neurológicos não devem ser tratados como espetáculo. “É preciso responsabilidade. O cérebro é sensível ao ambiente, ao estresse e à privação. Informar com qualidade é uma forma de promover saúde e reduzir estigmas”, conclui. 


Sobre o médico:


Dr. Matheus Luis Castelan Trilico - CRM 35805PR, RQE 24818.


Médico pela Faculdade Estadual de Medicina de Marília (FAMEMA);

Neurologista com residência médica pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR);

Mestre em Medicina Interna e Ciências da Saúde pelo HC-UFPR

Pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista 


Mais artigos sobre TEA e TDAH em adultos podem ser vistos no portal do neurologista: https://blog.matheustriliconeurologia.com.br/


A Bíblia além da fé: como o texto bíblico moldou a cultura do Ocidente

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Em meio a debates recorrentes sobre religião, cultura e produção simbólica, uma pergunta antiga volta a provocar o campo intelectual: quanto a Bíblia moldou a maneira como o Ocidente pensa, escreve e interpreta o mundo? Essa é a provocação central de A Bíblia é mãe da cultura e literatura ocidental (?), obra do professor pós-graduado em Ciências da Religião Antônio Marcos Fonseca de Farias que utiliza a ficção como ferramenta narrativa para tensionar conceitos acadêmicos e ampliar o acesso a uma discussão historicamente restrita ao ambiente universitário. 


A trama acompanha um protagonista anônimo — identificado apenas pelo pronome “ele” — cuja experiência se constrói a partir de um deslocamento temporal inesperado. Entre cochilos, devaneios e um estado de consciência ambíguo, o personagem transita simultaneamente entre passado e futuro, misturando memória, projeção e imaginação. Esse fluxo narrativo serve como ponto de partida para um mergulho em reflexões sobre linguagem, tradição e herança cultural. 


O ponto de inflexão da história ocorre quando, em sonho, o protagonista retorna à juventude e é convidado a apresentar uma dissertação em uma universidade de prestígio. A tese em questão propõe um mergulho na 'literariedade' do texto bíblico, utilizando o Evangelho de Lucas para legitimar a Bíblia enquanto genitora da cultura ocidental. 


Diante de uma banca sarcástica e intimidadora — chegando a chamá-lo de Young —, o personagem se vê obrigado a defender sua trajetória intelectual e suas ideias. O embate acadêmico, carregado de humor e ironia, transforma-se em um palco simbólico onde o conhecimento é confrontado, questionado e ressignificado. 


Qualquer tentativa de suplantá-la e erradicá-la 


jamais vingará, no que se refere ao inegável e esplêndido 


legado da Bíblia (...) Pode-se dizer então que os reflexos, as ressonâncias e 


as influências da Bíblia nos mais diversos campos artísticos 


são visíveis e tangíveis. Com isto estamos tentando enfatizar 


que a Bíblia pode ser entendida e interpretada majoritariamente 


não apenas como um livro, mas sim como genitora, 


professora e influenciadora de toda uma cultura (A Bíblia é mãe da cultura e literatura ocidental (?), p. 54) 


Ao longo dessa apresentação fictícia, o romance articula referências teóricas, conceitos da crítica literária e elementos do discurso acadêmico, sem renunciar a uma linguagem acessível. A narrativa assume um tom metalinguístico, trazendo o próprio ato de argumentar como parte da história, revelando as tensões entre autoridade intelectual, tradição e inovação. 


“Enquanto outros materiais se limitam ao rigor dissertacional, este livro propõe uma junção entre teoria e ficção, com certo grau de humor e uma pitada de rigor catedrático”, descreve o autor. Segundo ele, a proposta é alcançar públicos diversos, do leitor informal ao acadêmico, sem esvaziar a complexidade do debate. 


Ao transformar um tema considerado espinhoso em narrativa literária, Farias amplia o campo de reflexão sobre o impacto dos textos fundadores na construção da cultura ocidental. Mais do que oferecer respostas definitivas, A Bíblia é mãe da cultura e literatura ocidental (?) é um convite para o leitor ocupar o lugar da dúvida — espaço onde pensamento crítico, imaginação e literatura se encontram. 



Ficha Técnica: 


Título do livro: A Bíblia é a mãe da cultura e literatura ocidental (?) 


Autora: Antônio Marcos Fonseca de Farias 


Editora: UICLAP 


ISBN/ASIN: 9786552783967 


Páginas: 140 


Preço: 100,45 


Onde comprar: Uiclap 


Sobre o autor: Antônio Marcos Fonseca de Farias é professor, escritor e comunicador. Licenciado em Letras/Português, possui pós-graduações em Literatura Brasileira, Língua Portuguesa, Ciências da Religião e Educação, e Mestrado em Letras. É autor de cinco livros — Na Rota do Sucesso, Misteriosamente o inesperado aparece, O Sotérious 1, O Exegeta 1 e A Bíblia é mãe da cultura e literatura ocidental (?) e apresenta o programa de rádio Próxima Fase, na Rádio Comunitária Integração FM 87,9 de Foz do Jordão (PR). 


Facebook: Marcos Farias 


Tik Tok: Marcos Farias I AutorProfessor  


Foto1: Divulgação/ Antônio Marcos Fonseca de Farias

Foto2: Divulgação/ Antônio Marcos Fonseca de Farias

'Café com Deus Pai' é o livro mais vendido do Brasil em 2025

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Pelo terceiro ano consecutivo, Café com Deus Pai ocupa o topo do mercado editorial brasileiro, consolidando-se como o livro mais vendido do Brasil em 2025 segundo a Veja e a PublishNews. A obra, escrita por Junior Rostirola, manteve a liderança absoluta nas principais listas de vendas do país, reafirmando o protagonismo alcançado no ano anterior.


O desempenho do título confirma a força dos livros nacionais no cenário editorial e destaca Café com Deus Pai como um caso raro de consistência e alcance contínuo, superando best-sellers internacionais e mantendo-se à frente de obras de grande apelo comercial.


Um dos destaques do ranking anual foi a chamada “dobradinha” da franquia: a edição Café com Deus Pai 2026 ocupou a primeira posição geral, seguida imediatamente pela edição Café com Deus Pai 2025, evidenciando a fidelidade do público e a permanência da obra no centro das escolhas dos leitores brasileiros.


Mais do que um livro, Café com Deus Pai consolidou-se como um movimento de fé, identidade e esperança. O sexto volume da coleção, intitulado Porções Diárias de Amor, ampliou a experiência do leitor com inovações editoriais, como páginas interativas, frases inspiradoras em destaque, plano de leitura bíblica e marcador personalizado. A proposta é transformar a leitura em uma prática cotidiana, estimulando empatia, cuidado e reflexão.


Em números absolutos, o projeto alcançou a marca de 10 milhões de exemplares vendidos, tornando-se o devocional mais lido do país e um dos maiores sucessos editoriais da língua portuguesa. O alcance ultrapassou as fronteiras do Brasil: a obra foi traduzida para sete idiomas, entre eles inglês, espanhol, francês, italiano e alemão, chegando a leitores da Europa, dos Estados Unidos e de países da América Latina.


O impacto também se reflete no ambiente digital. O podcast Café com Deus Pai, apresentado pelo próprio autor, tornou-se o maior do Brasil no Spotify, com mais de 186 milhões de reproduções, além de figurar entre os dez mais ouvidos do mundo na plataforma. Trechos do livro circulam diariamente nas redes sociais, compartilhados de forma orgânica por leitores e influenciadores, mantendo a obra em evidência constante.


A trajetória pessoal de Junior Rostirola contribui para a forte conexão com o público. Natural de Itajaí (SC), o autor enfrentou uma infância marcada por violência doméstica, abusos psicológicos e bullying escolar. Aos 13 anos, abandonou os estudos e viveu um período de depressão profunda. Anos depois, encontrou na fé cristã o caminho para ressignificar suas dores e transformá-las em uma mensagem que hoje alcança milhões de pessoas.


O desempenho de Café com Deus Pai reforça um movimento consistente no mercado editorial brasileiro: a crescente busca por obras de não ficção voltadas à espiritualidade e à reflexão pessoal, que seguem conquistando espaço mesmo diante de romances internacionais, livros de finanças e outros gêneros consolidados.


Foto: Divulgação